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segunda-feira, 9 de maio de 2011

LINHAÇA DOURADA SEU ETERNO BENEFÍCIO!

O que é a dieta da linhaça para emagrecer   

A dieta da linhaça ficou famosa depois da sua divulgação no programa Globo Repórter, da Rede Globo. Desenvolvida pelas nutricionistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a dieta da linhaça é uma forma de alimentação equilibrada e saudável, que visa equilibrar a ingestão de calorias e nutrientes sem deixar a pessoa como fome. Para isso, além do cardápio balanceado, a pessoa adiciona regularmente sementes de linhaça dourada na dieta.
Por que essa adição de sementes de linhaça dourada na dieta? 

Além de ser nutritiva, ótima fonte de ômega-3, a linhaça é bastante rica em fibras, o que ajudaria a dar sensação de saciedade evitando que a pessoa fique com muita fome e saia da dieta. Os participantes da dieta devem usar três colheres medidas de linhaça todos os dias no café da manhã.
Efeitos da dieta da linhaça para emagrecer

Os efeitos da dieta da linhaça no emagrecimento ainda está sendo acompanhado pelas nutricionistas da UFRJ, porém os resultados têm se mostrado promissores. Muitos participantes conseguiram emagrecer significativamente de forma saudável. No acompanhamento, cada participante da dieta da linhaça recebe um programa alimentar individualizado de três meses de duração.
Aos participantes são feitas consultas quinzenais com as nutricionistas, quando eles recebem os suplementos alimentares de sementes de linhaça. Mensalmente, os participantes da dieta da linhaça passam por vários exames, como colesterol, glicose no sangue, peso corporal e medidas corporias.
Um dos objetivos da dieta da linhaça é que os participantes consigam manter o peso perdido, não engordando depois de certo tempo, em um processo conhecido como efeito sanfona

terça-feira, 3 de maio de 2011

Já é REALIDADE!

Terras secas

A desertificação ameaça um sexto da população brasileira. Dentre suas principais consequências estão a redução da produção agrícola e da biodiversidade, a migração e a pobreza das populações afetadas. O tema é destaque da CH 280.
Por: Isabela Fraga
Publicado em 18/04/2011 | Atualizado em 21/04/2011
Terras secas
O Nordeste possui mais de 1,1 milhão de quilômetros quadrados suscetíveis à desertificação. Na foto, região do médio Jaguaribe, onde o fenômeno se encontra em estágio avançado. (foto: Arnóbio Cavalcante/ MCT-Insa)
“Doutor, pode ver o que está acontecendo com a minha plantação?”, perguntou um agricultor do município de São Domingos de Cariri, na Paraíba, ao geógrafo Bartolomeu Israel de Souza durante um trabalho de campo no estado.
Souza, pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), acompanhou o senhor até seu pequeno cultivo para poder responder à convocação. “Eu molho, molho, mas não adianta!”, reclamou o agricultor, apontando para uma área de terra seca e sem vida.
Souza, então, se ofereceu para recolher uma amostra do solo e verificar, em análise laboratorial, o problema. A questão, no entanto, já lhe era clara: salinização, um dos principais fatores por trás da desertificação.
Desertificação significa a degradação progressiva de terras em ambientes áridos, semiáridos e subúmidos secos (no Brasil, há apenas os dois últimos). O resultado do processo são áreas com nenhuma ou pouca vegetação, erosão acentuada e, muitas vezes, infertilidade.
Em uma região desertificada, irrigar a terra não é suficiente para que se consiga cultivá-la
Daí a reclamação do agricultor paraibano: em uma região desertificada, irrigar a terra não é suficiente para que se consiga cultivá-la. Ele e outros pequenos produtores são os principais prejudicados, pois perdem parte importante de sua subsistência.
Sem ter de onde tirar sustento para suas famílias, muitos migram para cidades maiores – dentro do Nordeste ou em outras regiões –, dependendo exclusivamente da ajuda financeira do governo e com pouca ou nenhuma perspectiva de recuperação de sua propriedade.

Dedo humano

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, ao menos em 100 países, 1 bilhão de pessoas seja ameaçado pelo processo de degradação de terras secas. E 24 milhões delas já sofrem os efeitos do fenômeno – a maior parte na África, continente mais afetado.
No Brasil, moradores de parte do 1,1 milhão de quilômetros quadrados suscetíveis à desertificação já veem todos os dias a imagem do solo seco e rachado sem potencial produtivo. A seriedade do problema levou a ONU a declarar esta a Década para os Desertos e a Luta contra a Desertificação.
Flor de xique-xique
Flor de xique-xique, uma das espécies típicas do semiárido ameaçadas pela dsertificação (foto: Bartolomeu Israel de Souza)
Engana-se, no entanto, quem pensa que o cenário da desertificação se parece com desertos como o Saara africano ou o Atacama, no Chile. “Esses são biomas equilibrados, resultado de processos naturais que duraram milhares de anos”, explica Souza. “Terras desertificadas, por outro lado, são resultado principalmente da ação humana, em um espaço de tempo muito mais curto, insuficiente para o ambiente se reequilibrar.”
As atividades humanas que podem deflagrar, causar ou acentuar o processo de desertificação são muitas – vão desde o desmatamento, passando pelo pastejo excessivo até formas de irrigação danosas.
Terras desertificadas são resultado principalmente da ação humana, em um espaço de tempo muito mais curto
O fenômeno começou a ser percebido no Brasil na década de 1970, quando foram lançados os primeiros estudos sobre o problema – antes apontado como exclusivamente africano.
Quarenta anos depois, poderia se pensar que já há uma vasta base de dados acerca das regiões mais desertificadas ou que têm maior potencial de desertificação no país – além de inúmeros programas governamentais para dar conta do problema.
A realidade, no entanto, não é bem essa. Há, de fato, cada vez mais pesquisas em universidades nordestinas que buscam analisar melhor o processo. Mas, por necessidade, esses estudos são muito locais e usam parâmetros específicos para designar uma região suscetível à desertificação ou analisar aquelas onde o processo já ocorre – os chamados índices de desertificação.
A pesquisa de Souza, por exemplo, é focada na região do Cariri paraibano – e nem por isso deixa de ser um trabalho hercúleo, com coletas de solo, pesquisas de campo e análises em laboratório. O fato, porém, é que é difícil ter um panorama mais abrangente de como a desertificação tem atingido os estados brasileiros nas últimas décadas.

Você leu apenas o início do artigo publicado na CH 280. Clique no ícone a seguir para baixar a versão integral. PDF aberto (gif)

Isabela FragaCiência Hoje/RJ
Texto originalmente publicado na CH 280 (abril de 2011).

quinta-feira, 28 de abril de 2011

The Nature Conserancy

No Brasil desde 1988, estamos presentes em todos os biomas brasileiros.
SACR050803_D127 2011-01-28 490x250 Campo natural no Cerrado, Brasil. © Scott Warren

Criada em 1951, a The Nature Conservancy (TNC) é uma organização sem fins lucrativos voltada para a conservação da natureza. Presentes em 34 países, já ajudamos a proteger mais de 47 milhões de hectares em todo o mundo. No Brasil, a TNC atua desde a década de 80 e tornou-se uma organização brasileira em 1994.

Nossa missão é proteger plantas, animais e os ecossistemas naturais que representam a diversidade de vida no planeta, conservando as terras e águas de que precisam para sobreviver.
Os princípios que direcionam a TNC

* A TNC acredita que o desenvolvimento econômico e a proteção da biodiversidade podem coexistir, sendo, muitas vezes, interdependentes.
* Os desafios para a conservação são enfrentados com a formação de alianças. Trabalhamos sempre em conjunto com comunidades locais, governos, empresas e outras organizações não-governamentais.
* Nossas estratégias são construídas sobre uma sólida base científica, que ajuda a definir ações e a medir resultados.
* A TNC busca primeiramente a conciliação entre as partes envolvidas nas questões ambientais. O consenso entre os diversos setores tem contribuído para resultados mais duradouros de conservação.

Conselho e equipe

O Conselho Consultivo da TNC no Brasil é composto por empresários e profissionais comprometidos com o meio ambiente, que nos ajudam a manter a transparência e a eficiência de nossas ações. Visite também nossa Galeria de Ex-Conselheiros.

A TNC trabalha no Brasil com profissionais experientes, distribuídos em cinco escritórios - em Belém, Brasília, Cuiabá, Curitiba e Rio de Janeiro. Conheça nossa equipe no Brasil.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

SUPLEMENTO DE CÁLCIO E MAGNÉSIO À BASE DE DOLOMITA.

Dolomita, Cálcio e Magnésio Phytomare
Um Suplemento Alimentar.




A dolomita é extraída de rochas de origem calcária, sendo purificada por processos tecnológicos adequados, a fim de eliminar contaminantes biológicos e químicos, como os metais pesados.
A dolomita é composta principalmente de carbonato de cálcio e magnésio numa proporção ideal (2:1), favorecendo a absorção desses minerais pelo organismo.
É como fonte de cálcio e magnésio.

O Cálcio participa na formação dos dentes, ossos, cartilagens e músculos, transmite impulsos nervosos, e permite o crescimento e desenvolvimento normal do ser humano. A carência deste mineral provoca irritabilidade, nervosismo, convulsões e cãibras.

O Magnésio contribui na regularização dos níveis de cálcio no organismo, fortalece nervos e músculos, auxiliando portanto nos batimentos cardíacos, na regularização da pressão sanguínea.


Segundo o www.plantamed.com.br:

A dolomita é composta, principalmente de carbonato de cálcio e magnésio numa proporção ideal, favorecendo a absorção desses minerais pelo organismo.

Indicações da dolomita:
- acidez;
- azia;
- diarréia;
- dor estomacal;
- flatulência;
- gases;
- gastrites;
- intoxicação alimentar;
- limpeza bucal (adicionar dolomita, ao creme dental);
- má digestão;
- mau hálito (após escovação, mastigar o pó de 3 cápsulas, de dez a vinte minutos);
- queda de cabelos;
- queimaduras (fazer cataplasma, com a dolomita com água);
- remineralizante;
- reposição de cálcio;
- reposição de magnésio;
- úlceras;
- unhas quebradiças.

A dolomita poderá ser usada como cataplasma, nos seguintes casos:
- dores reumáticas - junte igual parte de mandioca bem amassada e uma pimenta dedo de moça;
- erisipela;
- contusões - de preferência misture tintura de arnica (o suficiente para tornar a dolomita pastosa) e uma pitada de sal;
- stress por irradiações por radioterapia, raios-x, residência ou trabalho próximo a rede de alta tensão ou torre de telecomunicações;
- cólicas de fígado, vesícula e rins;
- espinhas - junte chá de camomila e algumas gotas de azeite de oliva;
- dor ciática - umedeça a dolomita com suco de limão;

A dolomita poderá ser utilizada em banhos, nos seguintes casos:
artrite, gota, inchaço, lúpus eritematoso, feridas, má circulação, infecções, limpeza de pele, absorção de ácido úrico, absorção de irradiação, ciática, neurite, deficiência renal ou hepática, câncer, osteoporose.

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES E EM CASO DE QUALQUER DÚVIDA CONSULTE O SEU MÉDICO OU FARMACÊUTICO. PERSISTINDO OS SINTOMAS, CONSULTE O SEU MÉDICO.

Meditação para Paz